Ó Mar, sinto-me
tão pequeno perante a tua imensidão,
Olhando o
horizonte, entre o céu e ti, não há separação;
Incontáveis tons
azuis te colorem de beleza,
Por outro lado,
irradias imponência e crueza.
Ó Mar, tuas águas
quentes trazem uma sensação agradável,
Atraindo seres e
olhares para o teu ventre oceânico;
Terrível Leviatã,
besta descomunal, monstro titânico,
Expulsas os corpos
estranhos com teu vai e vem infindável.
És a testemunha
dos encontros amorosos sob a Lua Cheia,
Apagas
impiedosamente com tuas ondas as pegadas na areia,
Ação que reverbera
a tua estonteante ciclicidade.
Apesar dos
pesares, este reles eu lírico te homenageia,
Pois és a força
que gera impressões de perplexidade,
Além de ser o sinônimo
perfeito da palavra grandiosidade.
(Tosta Neto, 25/01/2025)
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